Malva sylvestris - por Fernanda Botelho
Plantas Medicinais, Aromáticas, Condimentares, Jardinagem, Ateliers, Cursos, Workshops, Passeios, Agricultura Biológica, Permacultura, Ecologia, Jardins nas Escolas, Jardins Botânicos, Livros, Sites...
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Amarelo invadindo o inverno
É quinta-feira, dia de sol, aleluia! duas horas de sol intermitente, os pássaros chilream, a alma alegra-se, o jardim ilumina-se e o amarelo dos campos acende-se.
| Perfil de um narciso, não fosse ele sempre a querer ser o primeiro e mais vistoso a espreitar os dias curtos. |
| Oxalis ou azedas, convenhámos que enchem os campos e jardins de um amarelo quase ofuscante. | Como muitos sabem no entanto esta é uma planta muito invasora, para mais informações sobre o que são plantas invasoras consulte www.invasoras.uc.pt |
Contemplando de perto este momento que se adivinha fugaz, constatei que tudo era amarelo e verde mas sobretudo amarelo, ora espreitem:
| Camomila sp. | Para identificação botânica precisa consulte www.flora-on.pt |
| Tojo fotografado na Tojeira de onde suponho deriva o seu nome. |
| Acácia invasora de pinhais e bosques www.invasoras.uc.pt |
| Isto não é um dente-de-leão como é comum ser confundido.Isto é uma seralha, Latuca sp |
| Campo salpicado de calêndulas silvestres também conhecida por erva-vaqueira (Calendula arvensis) |
| Calêndulas silvestres também conhecida por erva-vaqueira (Calendula arvensis) |
| Acácia invasora de pinhais e bosques www.invasoras.uc.pt |
| Desconheço o nome mas suspeito que também conste da lista de invasoras www.invasoras.uc.pt |
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Pinceladas de vermelho nos dias cinzentos
Os delicados recortes dos pelargónios, exibindo a sua penugem na manhã chuvosa, nos dias cinzentos.Enquanto a chuva dura, dura e fria, os dias cinzentos deixam pinceladas de vermelho no meu quintal.Chamam a atenção de alguns pássaros que se esqueceram de emigrar.
Os brincos de princesa ou Fuschias também não gostaram do vento forte e frio e espalharam as suas pétalas entre o verde viçoso das urtigas que abundam no quintal.
Em duas semanas, ou melhor em dois dias desapareceram todas as flores da salva ananás (Salvia elegans) que ficou muito desilegante, com ar triste e todas as folhas queimadas, sei que vai recuperar assim que o vento amaine e os dias aqueçam.
As vincas tinham começado a desabrochar enganadas por algum raiozito de sol tímido em tempos de invernia. Acho que se assustaram com tanto vento, elas que até gostam das agruras do inverno.
Os brincos de princesa ou Fuschias também não gostaram do vento forte e frio e espalharam as suas pétalas entre o verde viçoso das urtigas que abundam no quintal.
Em duas semanas, ou melhor em dois dias desapareceram todas as flores da salva ananás (Salvia elegans) que ficou muito desilegante, com ar triste e todas as folhas queimadas, sei que vai recuperar assim que o vento amaine e os dias aqueçam.
As vincas tinham começado a desabrochar enganadas por algum raiozito de sol tímido em tempos de invernia. Acho que se assustaram com tanto vento, elas que até gostam das agruras do inverno.
Pilriteiro (Crataegus sp) no quintal da vizinha
Tanto as folhas como as flores ou as bagas apresentam
propriedades medicinais.As bagas fortemente anti-oxidantes protegem o
tecido celular e fortificam os tecidos do coração.
Contém ainda flavonóides (rutina e quercitina), tirterpenóides,
glicósidos cianogénicos, aminas, trimetilamina, só nas flores, polifenóis, cumarinas
e taninos, histamina e vitamina C.
Propriedades
O pirliteiro é utilizado para tratar uma variedade de
problemas cardíacos e de circulação sanguínea, o alto teor em bioflavonóides
relaxam e dilatam as artérias, sobretudo as coronárias e periféricas,isto
aumenta a irrigação sanguínea do músculo cardíaco e atenua os sintomas da
angina de peito,os bioflavonóides também são anti-oxidantes o que evita ou
reduz a degeneração dos vasos sanguíneos.
Uma das características extraordinárias desta árvore é a sua
acção normalizadora do batimento cardíaco sendo portanto muito útil no
tratamento de arritmia, tonifica o coração,sendo uma grande ajuda em casos de
corações cansados e debilitados por exemplo depois de intervenções cirúrgicas, ajudando
também a regular e equilibrar a tensão arterial, age de uma forma eficaz e
segura mas não agressiva, é também vasodilatador de uma forma suave, o chá
feito com as folhas e tomado regularmente(duas a três chávenas por dia) durante
um ou dois meses, protege o coração,
melhora a circulação,estabiliza os níveis de colagénio e tem uma acção
ligeiramente adstringente,combate a arteriosclerose, em forma de gargarejos
alívia dores de garganta, combinado com o gingko biloba, melhora a memória ao
estimular a circulação sanguínea do cérebro fazendo aumentar a quantidade de
oxigénio que lhe fornece, combate ainda problemas de insónias de origem
nervosa.
Jardim
Não sendo uma árvore de grande porte, é uma árvore robusta ,
sem grandes exigências a nível de tipo de solo,bonita e de grande
utilidade,podendo plantá-la como sebe ou simplesmente como árvore decorativa.
As bonitas folhas recortadas do pirleiteiro algo semelhantes
às folhas do carvalho ficam muito bonitas na decoração das saladas de cenoura
ou beterraba., o sabor das folhas é muito leve e delicado.Estas folhas combinam
ainda muito bem na salada de batata.
Receita:
Vinho de pirliteiro
2 quilos de bagas (pirlitos), 1 limão, 2 laranjas, 1quilo de
açucar amarelo, 5 litros de água a ferver, fermento.
Colocar as bagas numa bacia e verter-lhe em cima a água a
ferver,tapar e deixar ficar durante uma semana, mexendo todos os dias.Passada
uma semana retirar as bagas e coar, juntando então a este líquido o açucar
préviamente derretido com um pouco de água, uma vez arrefecida esta mistura, junta-se
o fermento, volta a tapar-se e deixa-se repousar 24 horas após as quais se
tranfere a mistura para um recepiente próprio de fermentação de vinho.
Marmelada de pirlitos:
1 quilo de pirlitos, sumo de um limão, 1/5 litro de água, açucar.
Depois de retirados todos os ramos, colocar as bagas numa panela com a
água e o sumo de limão, ferver em lume brando durante 45 minutos,retirar do lume
e deixar a coar durante a noite, no dia seguinte retirar a polpa, pesar o líquido
e calcular 450 gramos de
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Plantas aromáticas, medicinais e condimentares: Biofach 2014
Plantas aromáticas, medicinais e condimentares: Biofach 2014: Já passaram 10 anos desde que fui pela primeira vez à Biofach , a feira de referência mundial dos produtos de agricultura biológica. Repres...
O Castanheiro-da-Índia Tira-me do Sério
O Castanheiro-da-Índia Tira-me do Sério
E a mim fascina-me, assim como muitas outras árvores imponentes.
E a mim fascina-me, assim como muitas outras árvores imponentes.
Os castanheiros podem viver muitos anos e em alguns casos
atingir 1000 anos de vida, com a idade, o tronco torna-se oco.
Julgo existir ainda na Secília, nas encostas do Etna, um
castanheiro cujo tronco servia de abrigo a um rebanho de ovelhas e que segundo
contavam os camponeses teria cerca de 4000 anos.
O castanheiro-cumum (Castanea
sativa) é da família das Fagáceas onde também pertencem os carvalhos e as
faias e não deve confundir-se com o castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum) que é da família das Hipocastanáceas e é
mais plantado como árvore ornamental em parques e avenidas de belíssimas folhas
palmadas e flores brancas manchadas de amarelo e vermelho, uma das primeiras a desabrochar
na Primavera. As suas folhas apresentam no entanto propriedades muito
semelhantes às do castanheiro cumum mas as castanhas são muito mais amargas e
tóxicas.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Sementes de Portugal: Paz, Amor e Murta
Sementes de Portugal: Paz, Amor e Murta: Se evidências faltassem de que a historia da Humanidade não é um continuo avolumar de conhecimento adquirido pelas gerações anteriores, ...
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
UM 2014 CHEIO DE TRANSPARENTE SERENIDADE E LUMINOSAS GOTAS DE INSPIRAÇÃO
Chovia ontem dia 31 de dezembro, assim como chove hoje dia 1 de janeiro de 2014. Nas abertas saí para a rua e os tímidos raios de sol fizeram cintilar por todo o lado gotículas luminosas, eram as decorações natalícias que não fiz, sabia que a natureza as faria (e muito melhor) por mim.
Gotejavam as primeiras flores lilazes do boldo brasileiro (Plecthrantus barbatus).
Os ramos do (Calistemom citrinus) conhecida por limpa-garrafas, (sabiam que pertence à mesma família que o eucalipto, é uma Mirtácea oriunda da Austrália?) dizia eu que estes também se enfeitaram de chuva e cantaram a sua serena glória num contra-luz cheio de harmonia e elegância.
Gotejavam as primeiras flores lilazes do boldo brasileiro (Plecthrantus barbatus).
As tímidas viloletas (Viola odorata) refrescavam-se deliciadas na chuva miudinha, saindo destemidas do seu escoderijo sob a densa folhagem, e oferecendo-se á decoração de alguma salada ou sobremesa, limitei-me a fotografá-las e elas agradeceram, sempre é mais simpático ser-se fotografado do que que ser-se devorado mesmo que seja com delicadeza, isto numa prespetiva meramente floral, claro está.
Dos ramos da figueira e macieira pendiam mais gotas, transparentes e luminosas como espero que seja para todos este ano de 2014.
Os ramos do (Calistemom citrinus) conhecida por limpa-garrafas, (sabiam que pertence à mesma família que o eucalipto, é uma Mirtácea oriunda da Austrália?) dizia eu que estes também se enfeitaram de chuva e cantaram a sua serena glória num contra-luz cheio de harmonia e elegância.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
E o jardim aqui tão perto
E o jardim aqui tão perto, aqui tão dentro, entra-me pela porta sem pedir licença, sorrateiro em tons de delicados vermelhos e brancos, surpresas de várias formas e texturas. Um pouco arrepiado de frio tal como eu.
Depois da chuva e do vento intenso, a calmaria pousou nas folhas abandonadas no chão, deixando agora sim, a ameixeira, romãzeira e macieira completamente despidas, frias e com troncos ainda gotejantes.
O alecrim Africano (Eriocephalus africanus) que de alecrim não tem nada, é uma Composta ou Asterácea, o alecrim (Rosmarinus officinalis) é uma Labiada ou Lamiácea, o cheiro é completamente diferente e as suas flores muito mais exuberantes, brancas, fazendo lembrar neve. É oriunda da África do sul mas encontrei-a na Madeira onde é conhecida por Mãozinhas-de-nossa-Senhora ou Alecrim-de-nossa-Senhora. Agora em pleno mês de dezembro no meu jardim, está repleto de flores sabe-se lá até quando.
Não resisto à tentação de fotografar as rosas antes e depois, são lindas sempre, vestidas e perfumadas ou despenteadas, desgrenhadas e sem pétalas, continuo a achá-las cheias de charme e dignidade em todas as suas metamorfoses.
Do lado de lá, (ou será do lado de cá)? do vidro agora limpo da porta da cozinha espreitam fetos, em tons de vários verdes emaranhados em jasmins, passifloras e budleias, salpicados de aveludados pontos vermelhos da salva-ananás (Salvia elegans),
Um abacateiro subindo rapidamente, aspirando a trepadeira Afinal não são apenas as pessoas que não se conformama com aquilo que são, imaginem uma árvore as pirando a trepadeira, ágil e veloz abrindo caminho na direção da luz por entre os ramos aparantemente secos do enorme sabugueiro. Enormes geranios madeirenses, antúrios, orquideas e outras relíquias insulares que encontraram em Sintra o lugar ideal para se sentirem em casa e eu a sentir-me na Madeira, obrigada à amigas madeirenses, que maravilha, plantas que nos transportam aos lugares, e eu a julgar que apenas os odores gurdavam em si esse poder de nos fazer viajar no tempo.
E a propósito de odores também por aqui vão eclodindo violas, as odoratas e as tricolore, simpáticas, cheirosas e discretas vão dando ao inverno um ar de alegre leveza.
E como nem só de plantas vivem os jardins, já por cá cantam alguns pássaros, os meus gatos Ari e a Shanti, atentos e sonhando como seria bom ter asas e voar atrás daqueles chilreares.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
AGENDA 2014 PLANTAS MEDICINAIS
Com o Natal a aproximar-se e a agenda de 2014 "Plantas medicinais, ervas silvestres e flores comestíveis", a desaparecer rapidamente das prateleiras das livrarias, aproveito para lembrar que ainda podem encomendar cópias assinadas. Enquanto se decidem vou revelando mais um pouco dos seu conteúdos.
http://issuu.com/dinalivro/docs/agenda2013
http://issuu.com/dinalivro/docs/agenda2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
BIODIVERSIDADE EM VILA REAL PROGRAMA
Programa do evento "O Valor dos Simples: a Natureza à Mesa"
Sábado, 30 de Novembro
Local: Teatro de Vila Real
MANHÃ
09H00 - Receção dos participantes
09H30 – Breve introdução ao encontro. Apresentação da mesa.
10H00 – Filme temático [UTAD]
10H15 –A natureza inspira-nos! Das subtilezas do campo à criatividade na cozinha
[Graça Soares | Ervas Finas, Vila Real]
10H30 – Plantas Bravias Comestíveis e Fruteiras Silvestres
[José Alves Ribeiro [UTAD]
10H45 – As variedades regionais portuguesas, que urge manter ou recuperar
[José Miguel Fonseca] Associação Colher para semear, Figueiró dos Vinhos]
11H00 – Coffee break
11H30 – A Valorização dos Alimentos - da produção ao consumo. Novas filosofias, novos movimentos. [Artur
Cristóvão, CETRAD, Vila Real]
11H45 – A importância da utilização da Biodiversidade com interesse alimentar na gastronomia. Efeitos diretos
e indiretos da sua valorização na economia local.
[António Monteiro, CEGTAD – Confraria dos Enólogos e Gastrónomos de Trás-os-Montes, Mirandela]
12H00 – A importância da utilização da Biodiversidade na gastronomia. Efeitos diretos e indiretos do seu
consumo na saúde das populações. [Ana Sousa, Nutricionista, Vila Real]
12H15 - Debate
12H30 – Almoço temático (Restaurante Panorâmico da UTAD)
TARDE
14H30 – Síntese da manhã. Apresentação do novo painel de comunicações
14H45 – Educar para a mesa: da horta à mesa | do recreio à cantina – Um caso Prático de Pedagogia [Luisa
Queirós, Educadora de Infância, Agrupamento de Escolas D. Dinis, Vila Real]
15H00 – Ecologia, botânica, arte e culinária – A educação como ponto de partida para a valorização.
[Fernanda Botelho, Escritora, Sintra]
15H15 – A valorização da base. A importância económica e social das hortas [Isabel Mourão, ESA/ IPVC;
CIMO]
15H30 – Debate
16H00 – Coffee break
16H30 – O restaurante do futuro. Da valorização das matérias-primas ao enriquecimento dos Menus. [José
Mendes, IDTUR, Aveiro]
16H45 - O valor que se acrescenta com novas ideias – O caso das Urtigas
[Manuel Paraíso, Confraria das Urtigas, Fornos de Algodres]
17H00 – Da Natureza à Mesa – Um desafio para uma Escola cujo lema é “Fazer coisas simples,
extraordinariamente bem!”
[Paulo Vaz | Escola de Hotelaria e Turismo do Douro | Lamego | Turismo de Portugal]
17H30 – Tertúlia
[Fernando Melo, Crítico Gastronómico]
18H30 – Notas Finais. Perspetivas para o futuro. Agradecimentos.
Convite para o Jantar “ Natureza, Arte & Gastronomia”
20H30 – Jantar “ Natureza, Arte & Gastronomia” – Restaurante Panorâmico da UTAD
Grupo Musical
Prosa e Poesia de apresentação livre – (um convite aos N/ talentosos convidados)
Poesia – Miguel Torga
Sábado, 30 de Novembro
Local: Teatro de Vila Real
MANHÃ
09H00 - Receção dos participantes
09H30 – Breve introdução ao encontro. Apresentação da mesa.
10H00 – Filme temático [UTAD]
10H15 –A natureza inspira-nos! Das subtilezas do campo à criatividade na cozinha
[Graça Soares | Ervas Finas, Vila Real]
10H30 – Plantas Bravias Comestíveis e Fruteiras Silvestres
[José Alves Ribeiro [UTAD]
10H45 – As variedades regionais portuguesas, que urge manter ou recuperar
[José Miguel Fonseca] Associação Colher para semear, Figueiró dos Vinhos]
11H00 – Coffee break
11H30 – A Valorização dos Alimentos - da produção ao consumo. Novas filosofias, novos movimentos. [Artur
Cristóvão, CETRAD, Vila Real]
11H45 – A importância da utilização da Biodiversidade com interesse alimentar na gastronomia. Efeitos diretos
e indiretos da sua valorização na economia local.
[António Monteiro, CEGTAD – Confraria dos Enólogos e Gastrónomos de Trás-os-Montes, Mirandela]
12H00 – A importância da utilização da Biodiversidade na gastronomia. Efeitos diretos e indiretos do seu
consumo na saúde das populações. [Ana Sousa, Nutricionista, Vila Real]
12H15 - Debate
12H30 – Almoço temático (Restaurante Panorâmico da UTAD)
TARDE
14H30 – Síntese da manhã. Apresentação do novo painel de comunicações
14H45 – Educar para a mesa: da horta à mesa | do recreio à cantina – Um caso Prático de Pedagogia [Luisa
Queirós, Educadora de Infância, Agrupamento de Escolas D. Dinis, Vila Real]
15H00 – Ecologia, botânica, arte e culinária – A educação como ponto de partida para a valorização.
[Fernanda Botelho, Escritora, Sintra]
15H15 – A valorização da base. A importância económica e social das hortas [Isabel Mourão, ESA/ IPVC;
CIMO]
15H30 – Debate
16H00 – Coffee break
16H30 – O restaurante do futuro. Da valorização das matérias-primas ao enriquecimento dos Menus. [José
Mendes, IDTUR, Aveiro]
16H45 - O valor que se acrescenta com novas ideias – O caso das Urtigas
[Manuel Paraíso, Confraria das Urtigas, Fornos de Algodres]
17H00 – Da Natureza à Mesa – Um desafio para uma Escola cujo lema é “Fazer coisas simples,
extraordinariamente bem!”
[Paulo Vaz | Escola de Hotelaria e Turismo do Douro | Lamego | Turismo de Portugal]
17H30 – Tertúlia
[Fernando Melo, Crítico Gastronómico]
18H30 – Notas Finais. Perspetivas para o futuro. Agradecimentos.
Convite para o Jantar “ Natureza, Arte & Gastronomia”
20H30 – Jantar “ Natureza, Arte & Gastronomia” – Restaurante Panorâmico da UTAD
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Prosa e Poesia de apresentação livre – (um convite aos N/ talentosos convidados)
Poesia – Miguel Torga
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