Malva sylvestris - por Fernanda Botelho
Plantas Medicinais, Aromáticas, Condimentares, Jardinagem, Ateliers, Cursos, Workshops, Passeios, Agricultura Biológica, Permacultura, Ecologia, Jardins nas Escolas, Jardins Botânicos, Livros, Sites...
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
Nem só de plantas me nutro.
Não há fim nem príncipio, apenas eternos ciclos de retorno.
Ter uma existência relativamente sedentária num lugar que convida todos os dias à contemplação faz-me sentir na pele estes ciclos de luz e de estações mais ou menos giratórias que vou vivendo entre o mar e a serra, últimamente mais perto do mar, absorvendo a clareza da luz límpida das manhãs,

nutrindo o corpo e a alma e armazenando energias para o dias que se aproximam, curtos e sem luz.
Ter uma existência relativamente sedentária num lugar que convida todos os dias à contemplação faz-me sentir na pele estes ciclos de luz e de estações mais ou menos giratórias que vou vivendo entre o mar e a serra, últimamente mais perto do mar, absorvendo a clareza da luz límpida das manhãs,
nutrindo o corpo e a alma e armazenando energias para o dias que se aproximam, curtos e sem luz.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Agenda 2015 "Hortas e jardins medicinais" Passatempo
Nas afinações finais, a minha agenda 2015 "Hortas e jardins medicinais" promete ter a capa mais bonita dos últimos seis anos.
Espreitam lá e não me venham dizer que estas papoilas estão muito clarinhas, pois não são papoilas, e a primeira pessoa a adivinhar o que são, ganhará uma agenda autografada.
SINOPSE DA AGENDA 2015
Espreitam lá e não me venham dizer que estas papoilas estão muito clarinhas, pois não são papoilas, e a primeira pessoa a adivinhar o que são, ganhará uma agenda autografada.
SINOPSE DA AGENDA 2015
Cada vez
mais, as pessoas procuram refugiar-se entre plantas, o verde apazigua-nos a
alma. Os jardins convidam à quietude e à contemplação. Cultivar uma horta, quer
seja numa varanda, num terraço, num canteiro público ou no nosso próprio
quintal tem ganho cada vez mais adeptos.
Foi nesse
sentido que escolhi as 53 plantas que constam desta agenda. Quase todas são
plantas do meu quintal, muitas são hortícolas como as couves, os rabanetes,
beterraba, batata-doce, feijão, fava, cenoura, etc. com conselhos sobre
cultivo, consociações, utilizações terapêuticas e culinárias. Inclui como não
podia deixar de ser as aromáticas como o hissopo, a manjerona, o manjericão e
até especiarias como a curcuma e o piripiri.
Algumas são
plantas que servem para atrair borboletas e abelhas como é o caso da budleia,
das dálias ou dos cosmos, outras escolhi-as pelo seu perfume e beleza como a
brugmansia.
Espero mais
uma vez que esta agenda/livro seja uma ferramenta útil e prática convidando-vos
a uma comunhão mais profunda com o verde que nos rodeia.
domingo, 3 de agosto de 2014
Viajando dentro e fora de mim, entre veleiros e jardins.
A vida desliza veloz, o tempo elastifica-se e desde a última vez que escrevi aconteceram tantas coisas dentro e fora de mim, em volta do meu jardim ao redor das viagens que fiz e vou fazendo entre a Madeira e os Açores que adoro, Inglaterra que me acolhe sempre com os jardins botânicos cheios de presentes e surpresas como se fossem só para mim, e a Arrábida que vou descobrindo pelas mãos e coração de quem conhece melhor do que eu aquela mágica serra do sol de onde aliás se pode vislumbrar Sintra a "minha" serra da lua.
Em junho voltei ao Faial para uma paresentação dos meus livros infantis e para mais alguns workshops no jardim botânico https://www.google.pt/search?q=jardim+botânico+do+Faial.
Durante o dia passeava-me pela marina e não fiz mais nada durante toda a semana do que alimentar-se de histórias de velejadores que iam chegando das suas viagens transatlânticas. Como numa espécie de transe andava flutuando entre passado e presente, revivendo intensamente a minha experiência como velejadora nos anos 80 ou seja já lá vão 30 anos.
Regressei ainda meio atordoada por tantos relatos e tantos encontros com verdadeiros viajantes/aventureiros e muitas fotos por editar. Mudar de vida????quem sabe??? e as plantas????no mar não há jardins como me disse algúém no Fb, claro que há jardins no mar e lindos que eles são e não precisam de ser regados.
Assim que cheguei, tive apenas tempo de trocar de malas e 3 dias depois já estava no avião para Inglaterra, ainda com toda a semana faialense por digerir. Em Inglatera foi a bela surpresa de Kew gardens https://www.google.pt/search?q=kew+gardens ter escolhido as Healing plants como tema do ano, uau!!!!deslumbramento, aprendizagem, milhares de fotos e de apontamentos.
Physic gardens https://www.google.pt/search?q=physic+gardens sempre a inovar com novas formas de nos ensinar mais sobre o fantástico mundo das plantas medicinais.
Depois foi o Herbfest https://www.facebook.com/herbfestuk e os fantásticos palestrantes e o reencontro com o meu primeiro professor de herbal medicina o Christopher Hedley, já lá vão mais de 20 anos ou seja logo a seguir á minha aventura marítima que durou 2 anos e meio.
Agora de volta a casa com alguns passeios na fantástica serra da Arrábida, entre barcos e grutas a vida corre veloz e o tempo que sobra vai para as afinações da agenda 2015 "Hortas e jardins medicinais" que está nas bancas não tarda nada.
O meu jardim, entretanto ficou quase totalmente em auto-gestão, surpreendendo-me este ano, particularmente o Anho-casto com uma enorme quantidade de flores e por consequeência de abelhas também.
domingo, 8 de junho de 2014
O cheiro do jasmim
Cheira a jasmim no meu jardim,
São estrelas de veludo deslizando nas manhãs frescas.
Respiro e depois acordo.
Tudo é perfume
e zumbido de abelhas.
São estrelas de veludo deslizando nas manhãs frescas.
Respiro e depois acordo.
Tudo é perfume
e zumbido de abelhas.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Fico feliz quando chove no verão
Fico feliz quando chove no verão, assim não preciso de regar o jardim com água da rede cheia de cloro, as plantas preferem de longe água dos céus, e eu também.
Até porque estes dias cinzentos e molhados convidam a ficar em casa, coisa que tenho feito pouco nos últimos meses.
Ficar em casa é sentar-me em frente ao écran do computador e selecionar fotos para a capa da agenda 2015 que está quase, quase aí. Gosto de ver desfilar diante de mim a infinidade de fotos de flores que tenho feito ao longo dos anos de visitas a vários jardins botânicos e ao meu próprio jardim que não me canso de comtemplar, aceitar e celebrar toda a sua selvagem diversidade.
Hoje entre dois intervalos de chuva estive na escola de Bolembre, muito perto da minha casa, levei comigo um pedaço do jardim dentro dum cesto também ele tecido de plantas, e trazido da Finlândia, país onde no verão quase não existe noite e por isso as horas de sono são muito curtas também. Acho que essa foi a parte que menos gostei desse país de mil lagos e bosques iluminados pelo branco lìmpido dos troncos de bétulas.
Na escola partilho essas vivências de viagens com as crianças de olhos cintilantes por talvez voltarem a acreditar que afinal o pai Natal possa existir e também dias sem noites e noites sem dias, se isso é possível então também as fadas, os duendes e até o pai Natal pois claro. As renas, sei que existem pois por todos os lados nas autoestradas aparecem tabuletas avisando da possibilidade de nos cruzarmos com elas.
Mas voltando ao meu trabalho nas escolas:
O que na verdade levo dentro do meu cesto são histórias de plantas, jardins, quintais, hortas, pirilampos, deslumbres, histórias de joaninhas e minhocas, plantas que afastam mosquitos e outras que tratam pessoas, rosas que se comem e queijinhos de malvas que parecem abóborinhas miniaturas e que, bem mastigadinhas tratam as aftas.
Pequenas sementes de viagens e paixões botânicas que vou vendo germinar, crescer, florescer e muitas vezes dar frutos.
Quando o nosso trabalho é verdadeiro, coerente e feito com consciência e entusiamo, os frutos serão sempre soculentos e abundantes como a vida que nos sustem e a quem nunca me canso de agradecer.
Até porque estes dias cinzentos e molhados convidam a ficar em casa, coisa que tenho feito pouco nos últimos meses.
Ficar em casa é sentar-me em frente ao écran do computador e selecionar fotos para a capa da agenda 2015 que está quase, quase aí. Gosto de ver desfilar diante de mim a infinidade de fotos de flores que tenho feito ao longo dos anos de visitas a vários jardins botânicos e ao meu próprio jardim que não me canso de comtemplar, aceitar e celebrar toda a sua selvagem diversidade.
Na escola partilho essas vivências de viagens com as crianças de olhos cintilantes por talvez voltarem a acreditar que afinal o pai Natal possa existir e também dias sem noites e noites sem dias, se isso é possível então também as fadas, os duendes e até o pai Natal pois claro. As renas, sei que existem pois por todos os lados nas autoestradas aparecem tabuletas avisando da possibilidade de nos cruzarmos com elas.
Mas voltando ao meu trabalho nas escolas:
O que na verdade levo dentro do meu cesto são histórias de plantas, jardins, quintais, hortas, pirilampos, deslumbres, histórias de joaninhas e minhocas, plantas que afastam mosquitos e outras que tratam pessoas, rosas que se comem e queijinhos de malvas que parecem abóborinhas miniaturas e que, bem mastigadinhas tratam as aftas.
Pequenas sementes de viagens e paixões botânicas que vou vendo germinar, crescer, florescer e muitas vezes dar frutos.
Quando o nosso trabalho é verdadeiro, coerente e feito com consciência e entusiamo, os frutos serão sempre soculentos e abundantes como a vida que nos sustem e a quem nunca me canso de agradecer.
terça-feira, 27 de maio de 2014
dançando com a primavera entre plantas e ilhas
De passeio em passeio vou deixando acumular notícias e fotos que gostaria muito de ir partilhando neste espaço. Mas como o tempo nem sempre tem a elasticidade que eu gostaria, essa partilha não tem sido possível.
Em maio foi a fantástica viagem botânica á nossa pérola atlântica chamada Madeira na companhia de um grupo de franceses amantes da botânica, aprendi muito com todos graças à Susana Fontinha que muito admiro como bióloga e como ser humano generoso e otimista. Sinto que ganhei uma amiga que vou guardar num lugarzinho muito especial do meu coração.
A Carla Andreia e a Elizabete do Jardim e plantas aromáticas do Funchal com a sua delicadeza e hospitalidade também foram incansáveis, proporcionando-me umas vivências muito especiais entre jardins madeirenses na compnahia do raimundo quintal, também ele outro conhecedor e entusiasta do mundo das plantas.
Regressada da Madeira entrei na roda viva dos passeios em Sintra, na Arrábida, workshop de especiarias no Museu do Oriente, jornadas da Oikos sobre boas práticas agrícolas e saúde, em Leiria, dia aberto na quinta do Arneiro....Tudo isto intercalado com periodos de escrita para terminar a agenda 2015 que está QUASE. quanto às 53 plantas escolhidas irei revelandoa qui alguns detalhes.
Depois de manahã parto para Mértola para o encontro de ervas e chás do Mundo, para longe do mundo na Amendoeira da Serra, pena que coincida com a data da Terra Sã.
Em maio foi a fantástica viagem botânica á nossa pérola atlântica chamada Madeira na companhia de um grupo de franceses amantes da botânica, aprendi muito com todos graças à Susana Fontinha que muito admiro como bióloga e como ser humano generoso e otimista. Sinto que ganhei uma amiga que vou guardar num lugarzinho muito especial do meu coração.
A Carla Andreia e a Elizabete do Jardim e plantas aromáticas do Funchal com a sua delicadeza e hospitalidade também foram incansáveis, proporcionando-me umas vivências muito especiais entre jardins madeirenses na compnahia do raimundo quintal, também ele outro conhecedor e entusiasta do mundo das plantas.
Regressada da Madeira entrei na roda viva dos passeios em Sintra, na Arrábida, workshop de especiarias no Museu do Oriente, jornadas da Oikos sobre boas práticas agrícolas e saúde, em Leiria, dia aberto na quinta do Arneiro....Tudo isto intercalado com periodos de escrita para terminar a agenda 2015 que está QUASE. quanto às 53 plantas escolhidas irei revelandoa qui alguns detalhes.
Depois de manahã parto para Mértola para o encontro de ervas e chás do Mundo, para longe do mundo na Amendoeira da Serra, pena que coincida com a data da Terra Sã.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
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