sábado, 14 de fevereiro de 2015

Amor-do-hortelão ou Agarra-saias é a planta escolhida para esta semana.Ora espreitem todos os fantásticos potenciais desta planta que abunda agora por todo o lado



As partes utilizadas para fins medicinais são a planta inteira fresca, é um excelente diurético, podendo ajudar a eliminar pedras no aparelho urinário e tratar infecções do mesmo, é um estimulante do sistema linfático, aliviando problemas de glândulas inchadas e com caroços, útil no tratamento de vários problemas de pele como seborreia, eczema e psoríase, purifica o sangue, é um excelente desintoxicante do organismo, ajudando a eliminar as toxinas através da urina, tem sido utilizado nalguns casos de cancro linfático, nesses casos é mais eficaz tomá-la em forma de sumo em vez de chá, é ainda utilizado para arrefecer o corpo em casos de febre.
Externamente pode ser utilizado em cataplasmas para cicatrizar e desinfectar feridas e ainda para estancar o sangue.




Pode ser utilizada uma infusão para lavar o rosto e aclarar a pele, útil em problemas de icterícia; na água de enxaguar o cabelo para combater a caspa, pode ainda ser utilizado como eficaz desodorizante, fervendo a planta durante cerca de 15 minutos, deixa-se arrefecer e guarda-se no frigorífico durante cerca de 5 dias.


Os ingleses dão-lhe o nome de cleavers, goosegrass ou gripgrass.
O nome científico deriva de uma palavra antiga Aparinê que significa “que agarra”Esta planta era já conhecida dos antigos Gregos, pois Dióscorides explica como os pastores utilizavam os seus caules, atados em feixes, para clarificar o leite. Recomendava-a também contra o cansaço.
Cresce por toda a Europa e América do Norte, assim como noutras regiões temperadas, incluindo a Austrália.


 O amor-do-hortelão ou agarra-saias, é uma planta silvestre, anual, invasora, da família das Rubiáceas, o seu nome científico é Galium aparine L.Apresenta caule quadrangular, viloso nos nós e ramoso a partir da base, com espirais de folhas lanceoladas, cuja face superior está provida de pêlos gancheados, as pequenas flores brancas desenvolvem-se nas axilas das folhas e têm quatro pétalas, o fruto tuberoso mede cerca de 4mm e é gancheado e com pêlos, a raiz é delgada.

 Tal como o seu nome indica prende-se obstinadamente, por meio dos caules à roupa dos caminhantes desprevenidos e dos animais, serve-se dos seus acúleos recurvados para se erguer, agarrando-se a tudo o que está próximo, sem no entanto danificar as outras plantas vizinhas, trepa por árvores e arbustos, cobrindo por vezes grandes extensões de matas e silvados, convém controlá-la um pouco nos nossos jardins, pois é extremamente invasora, é no entanto uma planta delicada, graciosa, macia e leve, com excelentes potenciais fitoterapêuticos.
Com os seus frutos faz-se algo semelhante ao café e a raiz moída pode substituir a chicória.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Rosehips ou cinórrodos, excelente fonte de vitamina C para prevenir gripes e constipações.



As rosas têm bastante interesse fitoterapêutico, mas o que me interessa falar nesta época do ano é do que fica das rosas quando as pétalas desaparecem; fica o botão da rosa, que em francês tem o elegante nome de Eglantine e em inglês Rosehips.
Os botões das rosas são na realidade os seus frutos ou sementes, o mais utilizado é o proveniente da rosa canina ou rosa silvestre, este falso fruto tem o nome de cinórrodo e é nele que se concentra grande parte do interesse terapêutico devido alto teor de Vitamina C.



Em português dá-se pelo nome de rosa-brava, roseira-brava, silvão, rosa-macha ou rosa- de- cão, o seu nome científico é rosa-canina e pertence obviamente à grande família das Rosáceas.

História
Foram encontrados vestígios de cinórrodos em locais pré-históricos o que sugere que estes já seriam utilizados por estes povos.
As rosas foram desde a Antiguidade cultivadas pela sua beleza e fragrância, mas também pelo seu grande valor medicinal.

Nos anos 1800 na Grã-Bretanha as pétalas de rosas eram usadas como adstringente em preparados farmacêuticos e também para melhorar o sabor de alguns medicamentos.
Durante a segunda guerra mundial quando houve escassez de citrinos, recorreu-se aos frutos da roseira-brava como fonte de Vitamina C para prevenir os grandes surtos de escorbuto.

Na fitoterapia actual os frutos e a flor da da rosa-canina são utilizados em vários preparados para tratar gripes e infecções das vias respiratórias, problemas gastrointestinais, fortalece o sistema imunitário.
O botânico e médico Romano Plínio-o-velho enumerou 30 patologias que poderiam ser tratadas com remédios feitos a partir de rosas.

Mais tarde na Idade Média as rosas e os botões de rosa continuam a sua popularidade e as pétalas de roas eram utilizadas para tratar diarreias, tosse, tensão nervosa, depressão, dores nas articulações, entre outras coisas, muito associado também nessa época a superstições e bruxaria, usava-se nos amuletos para atrair amor.




Rica em vitamina C mas também A, B, E e K, contém ainda flavonóides, carotenóides açucares, taninos, ácidos orgânicos e pectina.
Os ácidos e a pectina são responsáveis pela sua acção laxativa e diurética, as pétalas contêm taninos que são ligeiramente adstringentes, fortalecendo os capilares e tendo uma acção venotónica.
É ainda útil no tratamento de várias síndromes de gripe e debilidade física, convalescença, doenças infecciosas, fragilidade capilar, situações de carência de vitamina C.


Vinagre de frutos de roseira-brava
Colocar 20 a 30 frutos inteiros ou ligeiramente esmagados num frasco com vinagre de sidra, fechar e deixar ao sol durante um mês, depois coar e guardar.
Usar para temperar saladas, também muito eficaz em gargarejos (uma colher de sopa em meio copo de água morna) para aliviar dores de garganta.


As pétalas de rosa usam-se na decoração de pratos, cristalizadas ou com chocolate,

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Para ir planeando o seu jardim neste fim-de-semana, a revista chegou às bancas com uma série de novos e interessantes colaboradores.

Após uma pausa de 2 meses, já está à venda a revista Jardins, o primeiro número com a nova directora, Teresa Chambel, que acredito que será a lufada de ar fresco e a renovação que a revista precisava há muito tempo. Dou-lhe deste já os meus Parabéns e os meus votos de muito sucesso.

Neste número o meu (José Santos) artigo sobre Orquídeas é dedicado a quem recebeu Phalaenopsis no Natal e não sabe como cuidar delas. Será um artigo para principiantes mas interessante, assim o espero, para quem tenha já alguma experiência. (este texto é do José Santos)

Neste número pode encontrar novas secções e os habituais colaboradores. Assim, a Teresa Chambel escreve sobre a sua visita ao a um bosque encantado, no País Basco, a Joana Santiago dá a conhecer o Projecto Semear, o Bruno Aguiar escreve sobre o aproveitamento da água em Jardins, O Tiago Veloso sobre as flores nos jardins no Inverno, o João Franco, sobre as Goiaba e o Araçá-Vermelho, o Pedro Rau sobre o fósforo nas plantas, a Fernanda Botelho sobre a Mostarda e o J.P. Brigand sobre como Secar Dióspiros. Nas novas rubricas temos deliciosas receitas de culinária, conhecemos o jardim da leitora Manuela Carvalho, fala-se de Sebes, do segredo das sementes, do calendário lunar, de um arranjo floral de inverno, da Quinta Jardins do Lago e da Estufa Fria.
Quem gosta do programa "Querido Mudei a casa" poderá recordar uma transformação de um dos jardins do programa.
Tudo isto e muito mais, só numa revista!!
Boas leituras, boa jardinagem!!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Uma planta com reminiscências de estrelas Stellaria media é o nome da MORUGEM, planta medicinal escolhida para esta semana


Morugem  Stellaria media família das Caryophyllaceas.

Num típico dia de inverno, chuvoso, cinzento e frio, a minha planta da semana só poderia ser uma típica planta desta época, uma delicadeza vegetal com sabor a estrelas não se chamasse ela Stellaria media.





 De aparência insignificante, e sabor delicado, esta é uma planta muito nutritiva, protetora e que alivia muitos males.
Muito eficaz, existe em quase todo lado, pode consumir-se interna ou externamente, em forma de tintura (extrato alcoólico), compressas, vinagres, sopas ou saladas.
Era já conhecida dos antigos gregos, tendo sido recomendada por Dioscórides para tratar problemas de inflamações da vista.

Na Idade Média era muito apreciada e vendida nas ruas de Londres como planta gourmet mas também para tratar crianças desnutridas.

O seu nome científico Stellaria media deve-se ao facto de as suas pequeninas flores brancas se assemelharem a estrelas. Estas flores eram utilizadas para fazer previsões meteorológicas pois em dias bonitos de inverno, estas abrem por volta das nove da manhã e só fecham à noite.
Cresce na beira dos caminhos, solos húmidos, pradarias, terrenos incultos, jardins, etc.




No aparelho digestivo, alivia flatulência, sendo uma planta de fácil digestão, regulando o intestino e podendo ser usada como laxativo ou contra a prisão de ventre, colite, acidez, gastrite ou síndrome do cólon irritável. Sobre o aparelho respiratório, tem uma ação calmante, suavizante e expectorante. Pode utilizar-se em casos de asma, tosse, laringite, bronquite.

 Reduz a febre e a sede.

No aparelho urinário atua como diurético, ajudando na eliminação das toxinas, e melhorando o funcionamento dos rins, limpando a pele, aliviando dores artríticas e problemas de obesidade.

Externamente utiliza-se no tratamento de inflamações da vista e da pele devido à sua ação refrescante e anti-inflamatória, muito útil em lavagens ou compressas, em casos de picadas de insetos, queimaduras solares ou outras, inchaços, furúnculos, eczema e dores reumáticas.


Esta é uma das minhas ervas “daninhas”comestíveis favoritas, de sabor delicado, é uma excelente fonte de vitaminas e sais minerais, incluindo ferro, fósforo, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas A e C.etc.
Recurso silvestre altamente nutritivo, podendo usar-se em sopas, alternando com urtigas, labaças, acelgas, espinafres, etc. Em saladas ou pesto, em substituição do manjericão. (ver agenda 2013)
Vinagre de morugem para lavar o rosto ou usar na água do banho. Pode também usar este vinagre para temperar saladas.

Receita para melhorar a pele

2 chávenas de morugem frescas e 3 chávenas de vinagre, triturar com a varinha mágica, coar.
Este vinagre apresenta uma cor verde-lima que ao fim de alguns dias se transformará numa bonita cor dourada. Guardar no frigorífico e utilizar duas a três colheres diluídas em água morna para lavar o rosto, isto ajudará a restabelecer o PH da sua pele, sobretudo se viver em zonas onde a água for demasiado alcalina.

Precauções: doses excessivas podem causar diarreia e vómitos. Evitar durante a gravidez e aleitamento.





terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Para quem quiser vir descobrir o fantástico mundo das plantas medicinais, de norte a sul do país temos passeios e workshops para todos, em Sintra, no Fundão, em Serpa, em Monchique, etc


Querem provar as folhas tenrinhas do freixo e descobrir para que servem, querem sentir o sabor suculento dos umbigos de vénus que crescem nos muros entre musgos verdejantes, sim é verdade os umbigos de vénus crescem mesmo no meio dos musgos, querem ver se os sabugueiros já estão em flor ou se a erva de São Roberto é mesmo aquela que julgavam???então venham daí passar por Sintra e enriquecer a vossa cultura botânica.


As crianças, como podem ver são muito bemvindas. 














No dia 22 de fevereiro mas da parte da tarde farei outro passeio na quinta do Pisão, organizado pela Câmara de Cascais.http://www.cm-cascais.pt/evento/passeio-interpretativo-pela-quinta-do-pisao-0
 
No fim de semana do Carnaval, 14 e 15 de fevereiro estarei na Serra d´Aire e Candeeiros onde iremos passear e aprender  fazer pomadas e repelentes de mosquitos.http://www.casadoforal.com/atividades.html



 No dia 28 de fevereiro estarei no Museu do Oriente para um wworkshop sobre plantas que mudaram o curso da História.http://www.museudooriente.pt/2173/plantas-que-mudaram-o-curso-da-historia.htm#.VMgCD6OJlqA

Em março logo no dia 1 estarei na quinta dos sete nomes a dar um workshop muito prático sobre produção de aromáticas e medicinais.

No dia 7 de março estarei no Fundão num worksp sobre plantas medicinais com passeio e conversa sobre como tratar os seus animais de uma forma natural, ou seja com plantas que afastam pulgas, outras que desparasitam, outras que são cicatrizantes, etc.
14 de março Canteiro da Luz https://www.facebook.com/canteirodaluz
15 de março de manhã no jardim terapêutico em Serpa https://www.facebook.com/jardimterapeutico
15 de março ao fim do dia Vila do bispo a apresentar o livro "Remédios naturais para mulheres" da Sofia Loureiro e cujo prefácio tive a honra de fazer.

dia 21 de março passeio pela serra de Monchique com a associação http://anossaterra.org/transicao-monchique/reuniao-geral-de-monchique-em-transicao/

Dia 22 de março começarei a rumar para norte do Algarve e  estarei no Biovilla http://www.biovilla.org/biovilla/

Dia 28 de março na Feira do Príncipe Real terei uma banca com os meus livros e algumas plantas 
Dia 29 de março em Monsanto no encontro da Quercus onde a Alexandra Azevedo irá apresentar o seu livro sobre ervas silvestres comestíveis onde colaborei com algumas fotos de plantas. 

Dia 3 de abril haverá novo passeio de sexta-feira Santa por Sintra ou melhor Magoito.
Dia 4 de abril novo curso de produção de aromáticas e medicinais na quinta dos sete nomes.

Dia 12 de abril andarei por Setúbal

Entre 10 e 25 de abril estarei no Monte Mariposa a participar num curso de 15 dias sobre plantas medicinais.

Em maio também já tenho agenda cheia sim senhor.



domingo, 25 de janeiro de 2015

Monção com águas termais e plantas medicinais

Da minha viagem a Monção, à beira do rio Minho, observando a incrível adaptação das plantas rípiculas. Encontrei muito mentrasto, também conhecido por hortelã-brava ou Mentha suaveolens, talvez devido á suas folhas macias e cobertas de penugem esbranquiçada. O que mais me surpreendeu no entanto foi a Artemsisia vulgaris e também uma das minhas grandes favoritas: a tanchagem Plantago sp, que imediatamente elegi como planta da semana, cujo artigo aqui vos deixo.Tão adaptável e nada tola, pois vai aquecer as suas raizes nas águas termais, sobrevivendo no calorzinho liquido com cheiro a enxofre.Destas nascentes se diz terem poderes curativos para tratar doenças respiratórias. Eu por ali me sentei, pés de molho em água quente que brotava no meio dos seixos e ia deslizando até se encontrar com a frescura do rio.
Escutei o borbulhar da água que emergia das entranhas telúricas e me ia aquecendo a alma e os pés enquanto meditava sobre os rios que dividem países ou será que os unem em vez de os dividir?








Existem entre nós três variedades principais de tanchagens, sendo todas elas medicinais: tanchagem maior ou tanchagem terrestre (Plantago major), tanchagem média e tanchagem menor de folha mais estreita e pontiaguda do que as outras (Plantago lanceolata). É ainda conhecida por corrijó, erva-de-ovelha, calracho, tanchagem das boticas, psílio, e erva pulgueira devido a forma, cor e tamanho das sementes cuja casca se assemelha a pulgas.

Era já conhecida e muito utilizada na antiguidade. Alexandre, o Grande, designava-a Governante-dos-caminhos, devido à sua grande abundância nas beiras dos caminhos.

O médico e historiador grego Dioscórides atribuía-lhe várias propriedades. Os anglo-saxões utilizavam-na como panaceia para curar inúmeras doenças e era por eles considerada uma das nove plantas sagradas. Na Índia é cultivada em grande escala para recolha das sementes muito utilizadas no tratamento de problemas intestinais, incluindo desinteria.

É uma planta vivaz, da família das Plantagínáceas. Tem folhas espessas, estreitas ou arredondadas, com cinco nervuras bem salientes. É acaule, flores em espiga de cor branca ou malva, é inodora e de sabor ligeiramente amargo. É rasteira mas pode também chegar a atingir cerca de quarenta centímetros de altura.

Existe por toda a parte na Europa setentrional, Açores, Madeira, Norte de África e Ásia, sobretudo na Índia onde é cultivada. É propagada a partir de semente e requer muito Sol. Também cresce espontânea em lugares húmidos com muita vegetação na berma das estradas, terrenos baldios, hortas e jardins.



Muito rica em mucilagem (cerca de 30%). Ácidos gordos: ácido linoleico, oleico e palmítico. Taninos, glicócidos, alcalóides, ácido salicílico e potássio.


É antibiótico, anti-inflamatório, expectorante, fortificante dos vasos capilares, calmante, laxativo, diurético e adstringente. As folhas esmagadas podem ser aplicadas directamente sobre a pele para aliviar picadas de insectos e estancar hemorragias. Internamente pode ser utilizada em forma de chá para combater bronquite, catarro e outros problemas de pulmões e vias respiratórias tendo um forte efeito expectorante devido ao alto teor em mucilagem. O ácido silício ajuda a fortalecer os pulmões. 





O seu efeito adstringente é útil para tratar diarreia e cistite. O psílio é útil no tratamento de hemorróidas pois amolece as fezes e reduz a irritação das veias danificadas. Tem ainda uma acção simultaneamente laxativa e anti-diarreica, ajudando a equilibrar o funcionamento intestinal. O efeito calmante e protector das cascas e sementes beneficia todo o parelho gastro-intestinal podendo ser utilizado no tratamento de úlceras gástricas e duodenais e problemas digestivos de acidez. A mucilagem é útil no tratamento no síndroma do cólon irritável. Muito eficaz e suave no tratamento de problemas intestinais em crianças.

O líquido gelatinoso produzido quando o psílio é mergulhado em água tem a capacidade de absorver toxinas no intestino grosso.

A sílica e os taninos presentes na sua composição são muito úteis no tratamento de varizes aplicado em forma de compressas.


Compressas de folhas aplicada sobre as articulações alivia dores reumáticas e ajuda a desinflamar.

Muito útil para drenar furúnculos ou outras impurezas. Aplicar a folha directamente ou fazer um cataplasma mergulhando as sementes ou folhas numa infusão de calêndula.

Uma infusão de folhas pode ainda ser utilizada para lavar olhos inflamados ou em compressas ou tampões dentro dos ouvidos para aliviar a dor e combater a inflamação.

Pode ainda ser utilizada para tratamento de contusões e entorses.

Para aliviar a febre, aplicar folhas frescas sobre a testa.