quarta-feira, 25 de março de 2015

Espreitem a PRIMAVERA amanhã na RTP 1, irei falar de um tema que me é muito querido "ERVAS SILVESTRES E FLORES COMESTÍVEIS

E porque a primavera está por aí abundante, generosa e perfumada amanhã levarei pedaços desta estação para a outra estação a RTP 1 às 10 da manhã no Agora Nós com saladas de frutas e flores de jasmim e camomila, bolo de chocolate e alfarroba decorado com calêndula e borragem e muitas outras dicas sobre ervas silvestres e flores comestíveis.












sexta-feira, 6 de março de 2015

Entrevista/conversa com o José Candeias na Antena 1.

Aqui vos deixo o link de uma entrevista de 13 minutos com o José Candeias que a antena 1 teve a cortesia de me disponibilizar.
http://rsspod.rtp.pt/podcasts/at1/1503/3446212_176257-1503060544.mp3
 Obrigada Antena 1.

domingo, 1 de março de 2015

O sabugueiro é a planta da semana, porque hoje o vi, verde, cheio de novos rebentos, a transbordar de força de viver, na beira de um ribeiro, ali para as bandas de Colares.

Hoje na Quinta-dos-sete nomes fizemos estacas de várias artemisias, alecrim, santolina, mangerona, alfazemas, salvias, tomilho,s helycrisium. Bocadinhos de jardins medicinais que cada um irá reproduzir nas suas varandas, quintais, parecelas, talhões, projetos, etc.
Espero que todas sobrevivam.
Aqui fica a planta da semana inspirada no sabugueiro com a força da primavera a correr-lhe nas "veias".



Se ainda não reparou  nelas, preste atenção; elas crescem á beira dos caminhos e estradas, em bosques sombrios, ou perto de algum  ribeiro, são árvores lindas e chamam-se sabugueiro. Em latim são sambucus nigra e em inglês elder tree.
Na Europa é comum encontrá-las perto dos povoados, pois antigamente acreditavam que o sabugueiro atraia os espíritos do bem e eram por isso aí plantadas.

Diz-se que nas noites quentes de Verão, estas 
 eram as árvores favoritas das fadas. Será talvez devido à grande luminosidade das suas flores.

A partir do mês de Março começam a desabrochar grandes inflorescências, e toda a árvore se vai enchendo destas flores cor de pérola, exalando um perfume leve e doce.



As flores são anti-inflamatórias e diaforéticas, muito úteis em infusões para reduzir a febre, promovendo a sudação, aliviando a tosse e várias afecções do tórax. Ao estimularem a excreção de urina, ajudam assim a eliminar toxinas do organismo, sendo portanto úteis em casos de arterite, reumático e gota, são também muito eficazes em casos de sinusite aguda, muito utilizada em conjunto com outras plantas no combate a gripes e constipações, junta-se por exemplo ao milefólio e à hortelã-pimenta em partes iguais para obter um excelente chá de Inverno. As flores do sabugueiro são ricas em óleos essenciais que contêm ácido lanoleico mucilagem, esteróides, flavonoides, rutina, açúcar e pectina ; protegem as mucosas da garganta e do nariz aumentando assim a resistência às infecções, ajudando mesmo em casos de dores de ouvidos associadas a constipações. Os bioflavonóides ajudam a melhorar a circulação.
A infusão das flores em vinagre, pode ser utilizada em gargarejos contra dores de garganta e amigdalites.



Externamente, a infusão das flores, pode ser utilizada em compressas para tratar conjuntivites e aftas. As flores são ainda utilizadas na conservação das maçãs, quando colocadas em camadas alternadas com as maçãs e fechadas numa caixa de cartão.


Em relação às bagas ou frutos que surgem logo após a floração e são de um roxo escuro, quase preto: contêm açucares de fruta, vitaminas A e C e bioflavonóides. As suas propriedades, são ligeiramente laxantes, mas também anti- diarreica, faz-se com elas um xarope ou concentrado que ajuda a combater tosses e constipações e constituem uma saborosa bebida, rica em vitaminas. 
 






segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

PRIMAVERA ENTRE ANJOS E MALVAS CANTANDO NA MINHA JANELA ENQUANTO ESPREITAM CÚMPLICES OS PÁSSAROS NO JARDIM.





No sábado passado enquanto me passeava por caminhos de terra molhada onde é hábito despejarem entulho às "escondidas", imaginem, encontrei a PRIMAVERA.
Abandonada entre placas de lusalite, pregos ferrugentos, pedaços de tijolos e outros materiais igualmente apelativos e seguros de serem deixados assim em espaços púbicos.
Lá estava ela, igualmente desprezada, meia murcha e muito tristonha.








Recolhi-a com o cuidado que se deve dar às coisas especiais, sacudi-lhe o pó e trouxe-a para casa, dei-lhe lugar de destaque na janela da cozinha onde renasceu feliz, a contemplar o jardim, cheia de novos botões e promessas de uma longa vida.






 Olha com cumplicidade os pássaros, a chuva e as árvores em flor do outro lado da janela.
Pela calada da noite sei que sonha com canções de embalar sussurradas pelo anjo que agora lhe faz companhia.Chama-se MALVA e veio lembrar os meus dias que o tempo é de luz a crescer, e que deitar fora a Primavera é para quem não percebe nada da beleza das flores.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

PLANTA DA SEMANA UMBIGOS-DE-VÉNUS QUE SERÁ PROVÁVELMENTE A PLANTA QUE MAIS ENCONTRAREMOS NO PASSEIO DE DOMINGO EM SINTRA. ORA DESCUBRA ALGUMAS DAS SUAS UTLIZAÇÕES


E porque os nossos jardins comestíveis não precisam necessariamente de ser cultivados.

Ele pode nascer espontaneamente nas paredes , nos troncos velhos, nos musgos ou nos recantos esquecidos.
As plantas silvestres ou as tão amaldiçoadas ervas daninhas, não merecem tal designação pois a partir do momento em que reconhecermos as suas utilizações, deixarão de o ser e passaremos a ter ao nosso dispor um excelente recurso, que e em tempos de crise, será sempre bem-vindo.

Como devem imaginar,  o meu jardim é composto por muitas plantas silvestres e algumas espécies cultivadas. Muitos recursos, pouco trabalho e uma beleza bastante selvagem onde a biodiversidade é rainha.



Os umbigos-de-Vénus também conhecidos por conchelos, sombreirinho-dos-telhados, bacelos, orelha-de-monge, caucxilhos, etc. Em francês é também conhecida por nombril-de-Vénus ou ombelic- des –rochers. Em inglês chamam-lhe pennywort.
O seu nome deve-se ao aspeto das suas folhas muito redondas e com uma pequena depressão no centro à semelhança de um umbigo.



Cresce um pouco por toda a Europa setentrional, Grã-Bretanha, Irlanda, Bulgária e Norte de África.
Prefere solos ácidos, e siliciosos, paredes com musgo, fendas, bosques, cascas de árvores e telhados.
Existem em Portugal duas espécies de conchelos Umbelicos rupestris e U. heylandianus (Salisbury) Dandy.
É uma planta perene, suculenta, de folhas basais, carnudas na base e extensamente pecioladas, o caule é ereto e guarnecido em quase toda a sua extensão por flores e botões pendentes formando longos cachos branco-amarelados ou avermelhados.
Mede entre 15 a 50cm e floresce normalmente a partir de abril
Pertence à família das Crassuláceas.



Contém sais minerais sobretudo cálcio, potássio, silício e ferro, vitamina C e taninos.

São mais comuns as suas utilizações externas do que internas, sendo usada para tratar calosidades, feridas, ulceras cutâneas e picadas de inseto, dores de ouvidos. Aplica-se diretamente a planta esmagada em compressas ou o seu suco.

Uma das utilizações populares é aquecida em azeite para aliviar dores reumáticas e amaciar a pele.

Internamente consome-se em saladas, sandes, omeletas e batidos, apresentando um sabor fresco e agradável.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Amor-do-hortelão ou Agarra-saias é a planta escolhida para esta semana.Ora espreitem todos os fantásticos potenciais desta planta que abunda agora por todo o lado



As partes utilizadas para fins medicinais são a planta inteira fresca, é um excelente diurético, podendo ajudar a eliminar pedras no aparelho urinário e tratar infecções do mesmo, é um estimulante do sistema linfático, aliviando problemas de glândulas inchadas e com caroços, útil no tratamento de vários problemas de pele como seborreia, eczema e psoríase, purifica o sangue, é um excelente desintoxicante do organismo, ajudando a eliminar as toxinas através da urina, tem sido utilizado nalguns casos de cancro linfático, nesses casos é mais eficaz tomá-la em forma de sumo em vez de chá, é ainda utilizado para arrefecer o corpo em casos de febre.
Externamente pode ser utilizado em cataplasmas para cicatrizar e desinfectar feridas e ainda para estancar o sangue.




Pode ser utilizada uma infusão para lavar o rosto e aclarar a pele, útil em problemas de icterícia; na água de enxaguar o cabelo para combater a caspa, pode ainda ser utilizado como eficaz desodorizante, fervendo a planta durante cerca de 15 minutos, deixa-se arrefecer e guarda-se no frigorífico durante cerca de 5 dias.


Os ingleses dão-lhe o nome de cleavers, goosegrass ou gripgrass.
O nome científico deriva de uma palavra antiga Aparinê que significa “que agarra”Esta planta era já conhecida dos antigos Gregos, pois Dióscorides explica como os pastores utilizavam os seus caules, atados em feixes, para clarificar o leite. Recomendava-a também contra o cansaço.
Cresce por toda a Europa e América do Norte, assim como noutras regiões temperadas, incluindo a Austrália.


 O amor-do-hortelão ou agarra-saias, é uma planta silvestre, anual, invasora, da família das Rubiáceas, o seu nome científico é Galium aparine L.Apresenta caule quadrangular, viloso nos nós e ramoso a partir da base, com espirais de folhas lanceoladas, cuja face superior está provida de pêlos gancheados, as pequenas flores brancas desenvolvem-se nas axilas das folhas e têm quatro pétalas, o fruto tuberoso mede cerca de 4mm e é gancheado e com pêlos, a raiz é delgada.

 Tal como o seu nome indica prende-se obstinadamente, por meio dos caules à roupa dos caminhantes desprevenidos e dos animais, serve-se dos seus acúleos recurvados para se erguer, agarrando-se a tudo o que está próximo, sem no entanto danificar as outras plantas vizinhas, trepa por árvores e arbustos, cobrindo por vezes grandes extensões de matas e silvados, convém controlá-la um pouco nos nossos jardins, pois é extremamente invasora, é no entanto uma planta delicada, graciosa, macia e leve, com excelentes potenciais fitoterapêuticos.
Com os seus frutos faz-se algo semelhante ao café e a raiz moída pode substituir a chicória.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Rosehips ou cinórrodos, excelente fonte de vitamina C para prevenir gripes e constipações.



As rosas têm bastante interesse fitoterapêutico, mas o que me interessa falar nesta época do ano é do que fica das rosas quando as pétalas desaparecem; fica o botão da rosa, que em francês tem o elegante nome de Eglantine e em inglês Rosehips.
Os botões das rosas são na realidade os seus frutos ou sementes, o mais utilizado é o proveniente da rosa canina ou rosa silvestre, este falso fruto tem o nome de cinórrodo e é nele que se concentra grande parte do interesse terapêutico devido alto teor de Vitamina C.



Em português dá-se pelo nome de rosa-brava, roseira-brava, silvão, rosa-macha ou rosa- de- cão, o seu nome científico é rosa-canina e pertence obviamente à grande família das Rosáceas.

História
Foram encontrados vestígios de cinórrodos em locais pré-históricos o que sugere que estes já seriam utilizados por estes povos.
As rosas foram desde a Antiguidade cultivadas pela sua beleza e fragrância, mas também pelo seu grande valor medicinal.

Nos anos 1800 na Grã-Bretanha as pétalas de rosas eram usadas como adstringente em preparados farmacêuticos e também para melhorar o sabor de alguns medicamentos.
Durante a segunda guerra mundial quando houve escassez de citrinos, recorreu-se aos frutos da roseira-brava como fonte de Vitamina C para prevenir os grandes surtos de escorbuto.

Na fitoterapia actual os frutos e a flor da da rosa-canina são utilizados em vários preparados para tratar gripes e infecções das vias respiratórias, problemas gastrointestinais, fortalece o sistema imunitário.
O botânico e médico Romano Plínio-o-velho enumerou 30 patologias que poderiam ser tratadas com remédios feitos a partir de rosas.

Mais tarde na Idade Média as rosas e os botões de rosa continuam a sua popularidade e as pétalas de roas eram utilizadas para tratar diarreias, tosse, tensão nervosa, depressão, dores nas articulações, entre outras coisas, muito associado também nessa época a superstições e bruxaria, usava-se nos amuletos para atrair amor.




Rica em vitamina C mas também A, B, E e K, contém ainda flavonóides, carotenóides açucares, taninos, ácidos orgânicos e pectina.
Os ácidos e a pectina são responsáveis pela sua acção laxativa e diurética, as pétalas contêm taninos que são ligeiramente adstringentes, fortalecendo os capilares e tendo uma acção venotónica.
É ainda útil no tratamento de várias síndromes de gripe e debilidade física, convalescença, doenças infecciosas, fragilidade capilar, situações de carência de vitamina C.


Vinagre de frutos de roseira-brava
Colocar 20 a 30 frutos inteiros ou ligeiramente esmagados num frasco com vinagre de sidra, fechar e deixar ao sol durante um mês, depois coar e guardar.
Usar para temperar saladas, também muito eficaz em gargarejos (uma colher de sopa em meio copo de água morna) para aliviar dores de garganta.


As pétalas de rosa usam-se na decoração de pratos, cristalizadas ou com chocolate,

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Para ir planeando o seu jardim neste fim-de-semana, a revista chegou às bancas com uma série de novos e interessantes colaboradores.

Após uma pausa de 2 meses, já está à venda a revista Jardins, o primeiro número com a nova directora, Teresa Chambel, que acredito que será a lufada de ar fresco e a renovação que a revista precisava há muito tempo. Dou-lhe deste já os meus Parabéns e os meus votos de muito sucesso.

Neste número o meu (José Santos) artigo sobre Orquídeas é dedicado a quem recebeu Phalaenopsis no Natal e não sabe como cuidar delas. Será um artigo para principiantes mas interessante, assim o espero, para quem tenha já alguma experiência. (este texto é do José Santos)

Neste número pode encontrar novas secções e os habituais colaboradores. Assim, a Teresa Chambel escreve sobre a sua visita ao a um bosque encantado, no País Basco, a Joana Santiago dá a conhecer o Projecto Semear, o Bruno Aguiar escreve sobre o aproveitamento da água em Jardins, O Tiago Veloso sobre as flores nos jardins no Inverno, o João Franco, sobre as Goiaba e o Araçá-Vermelho, o Pedro Rau sobre o fósforo nas plantas, a Fernanda Botelho sobre a Mostarda e o J.P. Brigand sobre como Secar Dióspiros. Nas novas rubricas temos deliciosas receitas de culinária, conhecemos o jardim da leitora Manuela Carvalho, fala-se de Sebes, do segredo das sementes, do calendário lunar, de um arranjo floral de inverno, da Quinta Jardins do Lago e da Estufa Fria.
Quem gosta do programa "Querido Mudei a casa" poderá recordar uma transformação de um dos jardins do programa.
Tudo isto e muito mais, só numa revista!!
Boas leituras, boa jardinagem!!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Uma planta com reminiscências de estrelas Stellaria media é o nome da MORUGEM, planta medicinal escolhida para esta semana


Morugem  Stellaria media família das Caryophyllaceas.

Num típico dia de inverno, chuvoso, cinzento e frio, a minha planta da semana só poderia ser uma típica planta desta época, uma delicadeza vegetal com sabor a estrelas não se chamasse ela Stellaria media.





 De aparência insignificante, e sabor delicado, esta é uma planta muito nutritiva, protetora e que alivia muitos males.
Muito eficaz, existe em quase todo lado, pode consumir-se interna ou externamente, em forma de tintura (extrato alcoólico), compressas, vinagres, sopas ou saladas.
Era já conhecida dos antigos gregos, tendo sido recomendada por Dioscórides para tratar problemas de inflamações da vista.

Na Idade Média era muito apreciada e vendida nas ruas de Londres como planta gourmet mas também para tratar crianças desnutridas.

O seu nome científico Stellaria media deve-se ao facto de as suas pequeninas flores brancas se assemelharem a estrelas. Estas flores eram utilizadas para fazer previsões meteorológicas pois em dias bonitos de inverno, estas abrem por volta das nove da manhã e só fecham à noite.
Cresce na beira dos caminhos, solos húmidos, pradarias, terrenos incultos, jardins, etc.




No aparelho digestivo, alivia flatulência, sendo uma planta de fácil digestão, regulando o intestino e podendo ser usada como laxativo ou contra a prisão de ventre, colite, acidez, gastrite ou síndrome do cólon irritável. Sobre o aparelho respiratório, tem uma ação calmante, suavizante e expectorante. Pode utilizar-se em casos de asma, tosse, laringite, bronquite.

 Reduz a febre e a sede.

No aparelho urinário atua como diurético, ajudando na eliminação das toxinas, e melhorando o funcionamento dos rins, limpando a pele, aliviando dores artríticas e problemas de obesidade.

Externamente utiliza-se no tratamento de inflamações da vista e da pele devido à sua ação refrescante e anti-inflamatória, muito útil em lavagens ou compressas, em casos de picadas de insetos, queimaduras solares ou outras, inchaços, furúnculos, eczema e dores reumáticas.


Esta é uma das minhas ervas “daninhas”comestíveis favoritas, de sabor delicado, é uma excelente fonte de vitaminas e sais minerais, incluindo ferro, fósforo, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas A e C.etc.
Recurso silvestre altamente nutritivo, podendo usar-se em sopas, alternando com urtigas, labaças, acelgas, espinafres, etc. Em saladas ou pesto, em substituição do manjericão. (ver agenda 2013)
Vinagre de morugem para lavar o rosto ou usar na água do banho. Pode também usar este vinagre para temperar saladas.

Receita para melhorar a pele

2 chávenas de morugem frescas e 3 chávenas de vinagre, triturar com a varinha mágica, coar.
Este vinagre apresenta uma cor verde-lima que ao fim de alguns dias se transformará numa bonita cor dourada. Guardar no frigorífico e utilizar duas a três colheres diluídas em água morna para lavar o rosto, isto ajudará a restabelecer o PH da sua pele, sobretudo se viver em zonas onde a água for demasiado alcalina.

Precauções: doses excessivas podem causar diarreia e vómitos. Evitar durante a gravidez e aleitamento.