domingo, 23 de maio de 2010

Era uma vez um sapo, ou talvez um golfão




Era uma vez um sapo que na noite mais quente da Primavera foi beijado não se sabe ao certo por quem, há quem diga que foi por uma libelinha, outros mais noctívagos juram terem visto um pirilampo pousado na boca expectante do sapo, outros ainda afirmam que o pirilampo não era pirilampo nenhum mas sim restos de poeira de uma estrela cadente, certo mesmo foi que na manhã seguinte no lugar do sapo se encontrava um exuberante nenúfar, radiante e misterioso como o encantamento daquele sapo.